

Valderrama admite seguir os passos de Maradona e treinar a seleção da Colômbia
Colombiano elogia 'moda' de ex-jogadores treinando suas seleções
Das agências de notícias Bogotá.
Valderrama desejou sorte a Diego Maradona
O ex-meia colombiano Carlos Valderrama desejou sorte a Diego Maradona, novo técnico da Argentina, e admitiu que gostaria de se tornar treinador da seleção de seu país daqui a alguns anos. Valderrama afirmou que fará em breve um curso de futebol no Paraguai, ao lado de Jorge Bermúdez, outro ex-jogador da seleção da Colômbia. - Fazer este curso é motivo de satisfação e alegria. Não me canso de agradecer, já que me dão a oportunidade de seguir crescendo e aprendendo, para continuar vinculado a este esporte – diz Valderrama, em entrevista ao site "Fútbolred.com". Em relação à possibilidade de comandar a Colômbia, Valderrama disse que isto é um assunto para o futuro. - Esperemos, esperemos. Para isso, não há pressa - afirma. Sobre a nomeação de Maradona para o cargo de treinador da Argentina, o ex-capitão da Colômbia se mostrou contente e desejou sorte ao astro. - Eu estou contente por tudo que Maradona fez no futebol, e agora chegou a sua chance de comandar a seleção, algo que ele esperava há muito tempo. Desejo sorte a Diego e tomara que ele demonstre sua capacidade na hora de dirigir a seleção.
Valderrama disse que vê com bons olhos a quantidade de ex-jogadores que têm assumido o comando de seleções tradicionais. - Tanto agora, como antes, grandes ex-jogadores dirigiram suas seleções, como são os casos de Dunga, Marco van Basten (ex-técnico da Holanda) e de Jürgen Klinsmann (ex-treinador da Alemanha). São pessoas que tiveram uma chance e fizeram um bom trabalho. Agora é a vez de Diego e espero que ele vá bem - diz. Por outro lado, o ex-jogador colombiano criticou a falta de meias talentosos nas equipes de seu país. - Acho que o futebol é criado no meio-campo. Jogadores criativos, que fazem as jogadas dos gols, são muito melhores para o espetáculo. Agora, há mais luta e a parte tática faz a diferença. Não vemos mais jogadores que fazem a diferença em nenhuma equipe. Não existem - conclui.


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